Deixa-me falar-te com o coração:
Eu, Jeracina Gonçalves, a quem roubaste a identidade literária no FACEBOOK.
Deixa-me dizer-te o que vai na minha alma, com a sinceridade e a verdade que me caraterizam; com "o coração na boca", como disse alguém.
Fizeste-me sofrer bastante.
Já me fizeste chorar muitas lágrimas em momentos em que devia, apenas, usufruir inteiramente o prazer de estar com a minha família; usufruir a alegria de estarmos juntos em sítios maravilhosos.
Perseguiste-me até ao outro lado da Terra, ofuscando a minha alegria com a tua maldade.
Fizeste isso comigo, que não te conheço, que não te fiz mal algum, que, pelo contrário - diz-me a intuição - ter-te-ei feito já algum bem.
Não conheço a cor dos teus olhos, o rito do teu sorriso, a linha do teu perfil; mas usas um poder pérfido por trás de máscaras de letras e números, que fere. Magoa.
Que triste vida a tua!
Não és nada. Não és gente.
Como te lamento!
Vives para destruir; para matar a alegria.
Eu sou VIDA!
Vivo de coração e alma limpos, e amor no coração:
Amor pelas Seres que sofrem; AMOR pela Humanidade.
Tu, és nada!
Um simples cobarde, que se esconde atrás de máscara para praticar o mal.
Que vieste procurar no meu computador?
Depois, avariaste-o.
Foi o medo de que pudessem restar vestígios da tua passagem?
Que vieste bisbilhotar pelos meus telefones?
A minha vida é limpa.
É água límpida a fluir tranquila.
Não tem mancha por onde possas agarrar.
Mostra-te! Tira a máscara! Vem como gente!
Já fizeste correr muitas lágrimas pela minha face.
Não chorarei mais.
Eu sou VIDA!
Tu...és nada!
Só sabes magoar.
Despe a máscara! Sê água corrente!
Jeracina Gonçalves
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